Terceirização de Sistema Antifraude para Bancos e Instituições de Crédito

O mercado financeiro sofreu muitas mudanças nos últimos anos devido ao crescimento de bancos digitais e de novas tecnologias de pagamentos online. A democratização das soluções financeiras trouxe muitos desafios para este mercado. Entre elas, o aumento da ocorrência de fraudes bancárias.

Assim como os avanços tecnológicos, as fraudes também estão em constante evolução, trazendo prejuízos e abalando a relação de confiança dos clientes com a empresa. Desse modo, os bancos e as instituições de crédito precisam se adaptar para se proteger dessa ameaça. Uma das estratégias fundamentais para combater a fraude bancária é por meio de um sistema antifraude.

O sistema antifraude para bancos é um dos serviços de BPO Financeiro para bancos da Central Inf correspondente à validação de dados bancários. Este sistema antifraude garante a autenticidade dos documentos necessários para abrir uma conta corrente em um banco, por exemplo.

Neste artigo, vamos mostrar quais são os principais tipos de fraudes de cartão de crédito e a importância da terceirização do sistema antifraude bancário. Boa leitura!

Quais são os principais tipos de fraudes de cartão de crédito?

O número de tentativas de fraudes de cartão de crédito cresceu nos últimos anos, em especial, pela facilidade na emissão de novos cartões através de bancos digitais e fintechs e das compras pela internet. Esse método de pagamento é um dos mais utilizados pelos consumidores brasileiros, atraindo quadrilhas de fraudadores. 

A fraude no cartão de crédito consiste no uso indevido de dados financeiros do titular para obter vantagem por ações de má fé. Nesse caso, os criminosos furtam ou utilizam ferramentas digitais para roubar e utilizar os dados bancários das vítimas para a compra de produtos e serviços. 

A melhor estratégia para minimizar esse problema é com o uso de tecnologias apropriadas, como o sistema antifraude e segurança digital nos pagamentos online. Mas antes, precisamos entender quais são os tipos de fraudes de cartão de crédito mais utilizadas por criminosos. Confira abaixo:

Clonagem de cartão de crédito

A clonagem de cartão de crédito é a fraude bancária mais comum associada a esse método de pagamento. Ela é mais frequente em compras online, mas também pode ocorrer com o cartão físico. Os criminosos utilizam diferentes tecnologias para roubar os dados do titular do cartão.

Em muitos casos, os bancos conseguem identificar a atividade suspeita e bloqueiam a compra. Com um sistema antifraude é possível analisar o histórico do cliente e determinar se aquela transação é legítima ou não.

Gerador de números de cartão de crédito falsos

O gerador de números de cartão de crédito é uma ferramenta capaz de criar milhões de combinações numéricas diferentes. Algumas correspondem, de fato, com números válidos de cartões de crédito que são utilizados para fraudes bancárias. 

Um sistema antifraude com validação de identidade é fundamental para impedir essas ocorrências. Pois, sem os dados pessoais do titular, o golpista não vai conseguir aplicar o golpe.

Chargeback

O chargeback consiste na solicitação de estorno de uma compra realizada no cartão de crédito que não é reconhecida pelo titular. Ele não é uma fraude bancária por si só, porém, pode ser considerado uma quando é usada de má-fé. 

Nesse tipo de golpe, os criminosos fazem uma contestação de pagamento diretamente na administradora do cartão para que o dinheiro seja devolvido, agindo de forma oportunista.   

Ligações e mensagens falsas para o roubo de dados

O roubo de dados por meio de ligações e mensagens falsas é um tipo de fraude conhecida como “phishing”. Os golpistas entram em contato com clientes por e-mail, telefone ou mensagens de texto fingindo que são da central de atendimento de uma empresa de cartão de crédito. 

Durante o contato, eles solicitam informações sensíveis como a senha e o número do cartão e dados pessoais da vítima, que serão utilizados em compras indevidas. 

Fraude bancária por meio do PIX

Apesar de ser um tipo de transação bancária recente no Brasil, o PIX já é alvo de uma série de fraudes bancárias. Com o PIX é possível transferir dinheiro em qualquer horário com crédito imediato. 

Os criminosos se aproveitam dessas vantagens para aplicar golpes. Entre eles estão a solicitação de dados pessoais por meio de uma central de atendimento falsa, clonagem do Whatsapp e o envio de e-mails com vírus que realizam a captura de credenciais de acesso da conta bancária do titular. 

Como prevenir fraudes bancárias?

Os criminosos acompanham de perto os avanços tecnológicos para criarem novas maneiras de burlar os sistemas de segurança. Por isso, a empresa precisa utilizar tecnologias atualizadas e contar com profissionais qualificados na sua equipe para prevenir fraudes.

Um sistema antifraude e segurança digital nos pagamentos online é fundamental para prevenir a ocorrência de fraudes de cartão de crédito. A transformação digital trouxe novos desafios para o setor, como o aumento no roubo de dados e a necessidade da criação de sistemas seguros e automatizados para o processamento de pagamentos em tempo real. 

O investimento em um processo de validação de identidade na abertura de contas é um exemplo disso. Ele é utilizado para cadastrar os clientes e conhecer o seu histórico financeiro e hábitos de compras. Assim, bancos podem ser mais assertivos no bloqueio de compras indevidas no cartão de crédito por conta de um golpe.

Para oferecer o melhor serviço para os seus clientes, muitos bancos e instituições de crédito optam pela terceirização do sistema antifraude. 

Como o sistema antifraude da Central Inf ajuda a prevenir fraudes bancárias?

A terceirização é utilizada por muitas empresas de forma estratégica para que algumas atividades sejam executadas por terceiros. Ao escolher a Central Inf como o seu parceiro antifraude, os bancos e instituições de crédito contam com tecnologia de ponta e profissionais capacitados com as últimas tendências do mercado para desempenharem as suas funções. 

O investimento é inferior aos custos em manter uma equipe interna atualizada e capacitada, além de contar com a expertise e a reputação de mais de 30 anos de mercado da Central Inf. A experiência na área também faz toda a diferença, pois as nossas equipes entendem o contexto de cada caso, definindo estratégias direcionadas para a realidade de cada cliente. 

Com as tecnologias da Central Inf, conseguimos automatizar o processo de onboarding dos clientes, realizar dezenas de validações automáticas e cruzamento de dados e informações e, de acordo com cada negócio, podemos alocar uma equipe de analistas treinados para realizar verificações e análises visuais na documentação de identificação dos clientes pessoa física e jurídica, a fim de mitigar os riscos de segurança do processo.

 

 

Os bancos e instituições de crédito são alvos de fraudadores há muito tempo. Com os avanços da tecnologia e dos meios de pagamento, os riscos de ataques também cresceram. Nesse cenário, a terceirização do sistema antifraude bancário é a melhor alternativa para minimizar os riscos e contar com a expertise de uma empresa líder no segmento, como a Central Inf.

Para conhecer as soluções de BPO Financeiro para bancos e instituições de crédito da Central Inf, entre em contato com o nosso time de especialistas.

Gestão de Documentos para Área Pública

A gestão de documentos na administração pública é um desafio por conta do grande volume de arquivos que estão sob o seu controle. Com a aprovação da lei de acesso à informação no Brasil (lei nº 12.527/2011), que regulamenta o direito de acesso dos cidadãos às informações públicas, os órgãos responsáveis precisaram se adequar a essa nova realidade. 

Para isso, a implantação de soluções tecnológicas é importante para tornar a gestão de documentos públicos mais eficiente. A digitalização, a microfilmagem eletrônica e o uso de softwares para o gerenciamento eletrônico de documentos são algumas ferramentas que ajudam neste processo.

Neste artigo, vamos mostrar quais são os procedimentos da gestão de documentos na administração pública e os principais benefícios de converter os arquivos para o formato digital.

Boa leitura! 

Quais são os procedimentos e etapas da gestão de documentos?

A gestão de documentos é caracterizada por um conjunto de técnicas e procedimentos que visa organizar os arquivos acumulados. Com visão a longo prazo, ela também define novas práticas para a gestão documental, desde a produção até o armazenamento dos originais e cópias e, se necessário, o descarte de documentos.

A seguir, vamos mostrar as etapas da gestão de documentos públicos. Confira!

Produção

A elaboração do documento marca o início do processo. O propósito desta etapa deve ser garantir que as boas práticas para a classificação e a armazenagem dos documentos sejam aplicadas desde a sua criação. 

Manutenção

A manutenção do documento envolve as atividades de protocolo, que iremos conferir ao longo do artigo. Nesta fase, o documento é consultado com frequência, sendo o seu fluxo chamado de trâmite. 

A presença de uma gestão de documentos feita com qualidade qualidade evita diversas complicações na rotina de uma administração pública, como a perda de documentos entre os setores. 

Indexação

A etapa de indexação é uma das mais importantes para a organização e a gestão de documentos públicos. Ela consiste em organizar os documentos por meio de um sistema de busca, como a criação de índices numéricos e alfanuméricos, por exemplo. 

Os documentos são analisados e agrupados de acordo com algum padrão, que pode ser o seu autor, tipo, data, número, origem, departamento ou qualquer outro dado. Assim, a indexação organiza os documentos por índices, tornando a busca mais ágil. 

Destinação

A destinação de documentos públicos pode ser a sua eliminação ou preservação permanente. Essa etapa é uma das mais importantes para a gestão pública documental, pois define os prazos de guarda de cada documento. O resultado desta fase é baseado na aplicação efetiva da tabela de temporalidade, ferramenta que define o ciclo de vida documental.

Arquivamento

Os documentos passam por três fases de arquivamento, definidas de acordo com o seu ciclo de vida. São elas: fase corrente, intermediária e permanente. A sua classificação varia de acordo com a frequência de consulta, sendo definida pela teoria das três idades.

Digitalização

A digitalização de documentos faz uma cópia do conteúdo da versão física para um arquivo digital. Assim, o compartilhamento e o acesso às informações se torna muito mais fácil. 

A Central Inf realiza a digitalização de documentos com validade jurídica para as instituições públicas facilitando o acesso aos arquivos por meio de um software de Gerenciamento Eletrônico de Documentos (GED).

Guarda do documento físico

A guarda do documento físico pode ser feita pela administração pública ou por uma empresa de guarda de documentos. A Central Inf oferece duas soluções para a gestão documental em arquivos públicos e privados: a guarda simples e a guarda gerenciada de documentos.

Preservação a longo prazo

A microfilmagem consiste em transformar arquivos físicos de papel em filme. O processo possibilita o armazenamento seguro dos documentos e, assim como a digitalização citada anteriormente, também possui validade jurídica.

A empresa de microfilmagem eletrônica realiza a organização, a classificação e a digitalização dos documentos antes de convertê-los em microfilmes.

O armazenamento através de microfilmes é uma ferramenta muito relevante para a conservação e preservação de longo prazo dos documentos públicos.

Como é realizada a gestão de documentos dentro da administração pública?

A gestão de documentos na administração pública é regida pela lei nº 8.159/1991, que se refere à Política Nacional de Arquivos Públicos e Privados. Desse modo, cabe à administração pública a gestão da documentação governamental.

A gestão documental é a solução para o problema de acúmulo de documentos sem a classificação e armazenagem adequada. O seu objetivo é melhorar o uso da informação, reduzir ao essencial a massa de documentos no arquivo e preservar de forma correta os arquivos históricos. 

Ela possibilita que, mesmo com uma grande quantidade de documentos no acervo, seja possível localizar as informações facilmente. Para isso, são utilizadas ferramentas para a gestão de documentos na administração pública. O plano de classificação e a tabela de temporalidade são as principais. 

Quais são os benefícios da gestão documental na administração pública?

A gestão documental é um problema recorrente no serviço público. A enorme quantidade de arquivos acumulados — em alguns casos, ao longo de décadas — pode causar problemas de organização, perda de dados, difícil acesso às informações e necessidade de mais espaço físico. 

Nesse cenário, saber como fazer a gestão eficiente de documentos na gestão pública é fundamental para o aumento da eficiência, da transparência e da preservação de documentos históricos.

Abaixo, vamos mostrar 4 benefícios da gestão documental na administração pública. 

  • Redução de custos

A redução de custos operacionais é um dos principais benefícios gerados pela gestão eletrônica de documentos na administração pública. A digitalização classifica os documentos a partir de diversos critérios, facilitando a sua localização. Assim, os servidores podem encontrar todas as informações que precisam rapidamente, aumentando a sua produtividade.

A administração pública também economiza com o aluguel de galpões para o armazenamento de documentos e insumos. Outro impacto positivo é na redução do uso de papel, pois um número menor de impressões de documentos precisam ser feitas. Além do impacto positivo para o meio ambiente, a diminuição do uso de papel elimina a necessidade de um espaço físico para armazená-lo.

  • Recuperação do espaço físico

A gestão eletrônica de documentos na administração pública reduz o acúmulo de arquivos, proporcionando o tratamento e o destino adequado para cada um deles. Com isso, podemos aproveitar o espaço físico (e o mobiliário), que antes era dedicado ao armazenamento de documentos, agora pode ser utilizado para outras finalidades. 

  • Segurança dos documentos públicos

A importância da gestão documental para a administração pública vai muito além de uma questão de organização. A segurança das informações e a redução dos riscos de perda e fraude também são importantes. 

A gestão de documentos eletrônicos na administração pública e legislativa é uma solução para evitar tentativas de invasão ao sistema e evita a perda de arquivos em casos de incêndios e enchentes. 

  • Maior mobilidade para acessar os documentos digitalizados

Com a digitalização dos documentos, os servidores podem acessá-los com maior facilidade em qualquer lugar sem a necessidade de se deslocar até o local onde está o arquivo. Na gestão eletrônica de documentos do setor público, eles são classificados por diversos indexadores, agilizando a rotina dos profissionais da área. 

Lei de descarte de documentos públicos: Quanto tempo deve-se guardar documentos públicos?

Todos os documentos públicos possuem um ciclo de vida, que tem início na sua criação até o seu arquivamento definitivo ou descarte. A tabela de temporalidade documental é uma das ferramentas utilizadas para a gestão documental na administração pública.

Ela define por quanto tempo cada documento irá existir e o seu destino após o término deste prazo. Desse modo, a administração pública consegue criar um fluxo mais equilibrado de entrada e saída de documentos, sempre seguindo a legislação vigente do local. 

Uma das informações contidas na tabela de temporalidade é a classificação dos documentos de acordo com a sua frequência de uso. Para isso, ela utiliza a teoria das três idades, como mostraremos a seguir. 

Gestão de documentos públicos e a teoria das três idades

Um dos conceitos mais utilizados pela gestão de documentos públicos é a teoria das três idades. Ela também é conhecida como gestão do ciclo de vida documental e se refere ao período de vida útil de um documento. Ou seja, desde a criação até o seu destino final, que pode ser a guarda ou descarte do mesmo. 

A implementação da teoria das três idades diminui o risco de erros, como a eliminação de um documento antes do prazo estipulado pela lei, por isso, deve ser colocada em prática com atenção. 

Na teoria das três idades os documentos são classificados em: arquivos correntes, arquivos intermediários e arquivos permanentes. A divisão considera a frequência e o tipo de utilização de cada documento. Abaixo, vamos explicar o significado de cada fase. 

Arquivos correntes

Os arquivos correntes correspondem a primeira idade do documento. Eles se referem aos documentos em tramitação, sendo consultados e utilizados de forma constante. Dessa forma, eles fazem parte da rotina diária do escritório, pois ainda estão no processo de serem resolvidos. 

De acordo acordo com a gestão de documentos no setor público, os arquivos correntes possuem valor primário e devem ser mantidos em locais de fácil acesso. 

Arquivos intermediários

Os arquivos intermediários, a segunda idade, são consultados apenas de forma ocasional. Eles são derivados dos arquivos intermediários, logo, já foram resolvidos e estão aguardando o prazo correto para serem eliminados ou arquivados permanentemente. 

Na gestão documental aplicada para arquivos públicos do Estado, eles possuem valor primário e devem ficar mais afastados do local de trabalho para não atrapalhar a organização. 

Arquivos permanentes

Os arquivos permanentes são a terceira idade do ciclo de vida da gestão de documentos públicos. Eles possuem valor secundário e devem receber tratamento especial para serem conservados de forma definitiva. 

Os documentos não possuem valor administrativo, mas têm valor histórico-cultural e precisam ser arquivados. Por outro lado, arquivos que não recebem essa classificação são eliminados quando cumprirem a sua função administrativa. 

O que é protocolo e workflow na gestão documental pública?

O protocolo marca o início da gestão de documentos na administração pública, sendo responsável por toda a organização e controle do fluxo documental. Ele é usado apenas naqueles que estão sendo resolvidos e estão em tramitação. Por isso, as atividades de protocolo se aplicam apenas em documentos correntes. 

Entre as etapas do protocolo estão: 

  • Recebimento;
  • Registro;
  • Autuação;
  • Classificação;
  • Distribuição;
  • Expedição;
  • Controle.

Graças à tecnologia, o controle dessas atividades pode ser realizada por uma gestão eletrônica de documentos na administração pública. Dessa maneira, a consulta e a comunicação entre os setores se torna mais ágil e com menos retrabalhos. 

O que diz a legislação para gestão de documentos públicos?

Existe uma série de critérios definidos por lei para realizar a gestão de documentos públicos, como prazos a cumprir e técnicas de organização. A Central Inf, organização com mais de 30 anos de experiência, se prontifica a atender todos os protocolos necessários para documentos produzidos por instituições públicas.

Além da lei nacional que citamos anteriormente (lei nº 8.159/1991), cada Estado possui a sua própria legislação. A lei nº 4.153/2008 define a gestão de documentos na administração pública de São Paulo, por exemplo. A Central Inf atende o Brasil inteiro com qualidade e atendendo as particularidades de cada cliente. 

A gestão de documentos na administração pública é de suma importância, afinal, o setor lida com uma grande quantidade de arquivos diariamente. Por conter informações sigilosas e de valor público e histórico, os documentos devem ser armazenados e organizados na versão física e digital. O investimento gera benefícios como redução de custos e maior segurança.

 

 

A Central Inf possui soluções especializadas para a gestão de documentos no setor público, desde a esfera municipal até a federal. Ao contratar uma empresa de gestão de documentos, a administração pública melhora os seus processos, gerando diversos benefícios para os seus cidadãos. 

Para mais informações sobre como a Central Inf pode fazer a gestão eficiente de documentos na gestão pública, entre em contato com os nossos especialistas!

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